Roupa Nova – 35 anos

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(Paulinho, Nando, Kiko, Ricardo Feghali, Serginho Herval e Cleberson Horsth foram o Roupa Nova. A banda fluminense é a mais antiga em formação original do Brasil. No dia 26 de agosto de 2015 o Roupa Nova completa 35 anos)

Por mais de uma vez tentei começar a escrever este texto e não conseguia algo satisfatório. Tudo estava no campo do “já foi dito”, “todos já sabem disto” ou “lugar comum”.  Falar do Roupa Nova  é extremamente difícil. O Roupa é uma referência musical incontestável na música brasileira (tanto no vocal, quanto no instrumental), respeitadíssimos, uma carreira de sucesso do surgimento, em 1980, até o presente. Falar sobre um grupo de carreira conhecida pelo Brasil é um desafio à originalidade… Mas, foi pensando em alguns amigos e conhecidos, que desencantei.

Eles sabem o que é o Roupa Nova, citam várias músicas conhecidas (e isto já é algo interessante: não há quem diga que conhece apenas uma música deles, afinal, são mais de 60 sucessos nacionais), mas caminham num campo muito limitado: Roupacústico.

Este álbum, de 2004, foi o responsável pela renovação do público do Roupa Nova. Fazendo a leitura acústica de seus clássicos, s banda conquistou um público jovem instantaneamente. Estima-se que 75% do público fiel do Roupa esteja entre 15 e 25 anos de idade — consolidando, claro, o público que os acompanha desde o início da carreira. E esta garotada está sempre presente em seus shows (aliás, a agente está sempre lotada; recusam shows no exterior, como no Japão, por exemplo, por não conseguirem dar conta da demanda no próprio Brasil).

O problema de alguns amigos e colegas que dizem gostar do Roupa Nova é se livrar do Roupacústico. Não percebem o quanto têm a ganhar, não só pelo prazer de escutar um boa música mas também o fato de enriquecer-se musicalmente, passeando pelos outros álbuns da banda — e até aqueles que já me disseram não gostar do Roupa, muitos julgavam a banda pelo acústico de 2004.

Quando indico álbuns, três sempre estão no topo: Frente e Versos (1990), De Volta Ao Começo (1993) e Ouro de Minas (2001). Aos dois últimos chamo atenção de que são álbuns de regravações, e a genialidade deles fica muito aparente até aos mais leigos no assunto. No de 1993 pegam músicas de Gonzaguinha, Chico Buarque, Sérgio Sampaio, Herbert Vianna, Rita Lee… no de 2001 de Milton Nascimento, Beto Guedes, Lô Borges, Flávio Venturini… É muita responsabilidade, mas o resultado é fantástico. O de 1990 é inenarrável, então, vou nem tentar.

Quando indico músicas o puzzle fica mais nítido. Eles têm suas baladas conhecidas, músicas das mais românticas do Brasil, mas também transitam em temas como as ditaduras na América Latina, momento político mundial e brasileiro no final da década de 1980, situação climática, e também em vários estilos como baião, samba, rap, reggae, country… — o gênero do Roupa Nova é Rock, sendo predominante o Soft Rock.

Algumas das que indico constantemente são: E O Espetáculo Continua e Roupa Nova de 1981; Demônio do Meio Dia, Faz Minha Cabeça e Vira de Lado de 1982; Caleidoscópio de 1983; Não Dá e Pecado Original de 1984; Tão Rica de 1985; Latinos e Sexo Frágil de 1987; Betty e Lou, Esse Tal de Rap En Roll e Romance Mutante de 1990; Ando Meio Desligado e Maria Maria de 1993; A Viagem e Os Corações Não São Iguais de 1994; Dia Vai Dia Vem de 1996; Continente Perdido de 1997; De Frente Pro Crime, Fé Cega Faca Amolada, Princesa, Tão Seu e Tudo Que Você Podia Ser de 2001; Day By Day e My Sweet Lord de 2007; Reacender, Coração da Terra e She’s Leaving Home de 2009 e Olá e Tudo Desarrumado de 2012.

Enfim, não adianta gastar tempo elogiando, nada que seja dito chegará a definir o talento dos Coroas, seria esforço vão. Quem conhece, sabe do que falo, e quem não conhece, só ouvindo pra sentir… Aliás, deem uma conferida no EP lançado em outubro de 2013, e chamo atenção às canções Sonho Impossível, Ser Melhor e A Festa. Tenho certeza que vão gostar. E logo mais eles lançarão um novo álbum remetendo ao período de formação da banda (décadas de 1960 e 1970); algumas músicas já estão sendo cantadas nos shows e está bom demais.

O tempo passa e os Coroas vão tirando cada vez mais onda!

luan dqta

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Filme: A culpa é das estrelas

A Fault In Our Stars

Pra você que ainda não conhece a história de Augustus Waters  e Hazel Grace, há um tempo atrás fiz uma resenha do livro aqui . Posso dizer que depois que li esse livro me apaixonei completamente pelas histórias em livros do John Green, e pode ter certeza todas elas são emocionante quanto. Se eu encontrasse com um desse na minha vida casaria na hora porque além de inteligente eles escreve o que amo ler, e me conquista todos os dias com suas palavras.

Voltando a história, uma semana depois que o filme foi estreado, (sim eu aguentei esperar mais um pouco), lá fui eu assistir para ver o que tinham feito com o livro. E olha que me surpreendi, tiraram poucas partes, mas a história foi contada da maneira em que eu tinha montado em minha mente, e foi tão emocionante quanto o livro, e claro a trilha sonora ajudou muito e fez com que o filme se torne mais emocionante.

A trilha sonora é composta por Bird, Ed Sheeran, Jake Bugg e muito mais… Pra conferir é só clicar no play !

Se você ainda não viu o filme e está curioso para saber porque todo mundo entra feliz e sai emotivo e até mesmo com a cara inchada, corra antes que o filme saia de cartaz no cinema. Pra você que gosta de drama e uma linda história extremamente apaixonada, super recomendo, você vai rir, chorar, se surpreender, ter uma bela posição sobre a vida em que vive, e além de tudo querer mais. 

O trailler pode ajudar um pouco na escolha do filme, caso queira assistir, só dar o play!

Sim o Augustus é um fofo, pelo simples fato de dar Tulipas não rosas!

” – Não posso falar da nossa história de amor, então vou falar de matemática. Não sou formada em matemática, mas sei de uma coisa: existe uma quantidade infinita de números entre 0 e 1. Tem o 0,1 e o 0,12 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente, existe um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2, ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros. Um escritor de quem costumávamos gostar nos ensinou isso. Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Queria mais números do que provavelmente vou ter, e, por Deus, queria mais números para o Augustus Waters do que os que ele teve. Mas, Gus, meu amor, você não imagina o tamanho da minha gratidão pelo nosso pequeno infinito. Eu não o trocaria por nada nesse mundo. Você me deu uma eternidade dentro dos nossos dias numerados, e sou muito grata por isso.”

nnnb

Probabilidade de esquecer

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Hoje pensei que seria diferente, cansei de escrever textos pra uma mesma pessoa, mas minha mente ainda é sua. Estudei grandes probabilidades de tentar esquecer alguém, me confundi um pouco com a gramática, um pouco com a historia e com a  literatura, mas enfim não consegui chegar ao final do meu estudo.

Eu poderia fazer que nem o Colin, escrever probabilidades matemáticas, de como esquecer alguém, mas não sou tão inteligente pra isso, futuramente quem sabe eu chegue a formar cálculos perigosos que podem até levar a explosão de uma bomba atômica no pátio de um coração cheio de esperanças e de amor pra dar, talvez depois disso eu te esqueça de vez.

Estou me tornando perigosa à questões sentimentais, não estou conseguindo levar a vida, meu coração está cheio de dor, bate devagar, de repente acelera, estou desconhecendo isso. Afinal, essas coisas dificilmente acontecem comigo.

Não tenho dormido direito, e minhas redes sociais já não são mais as mesmas. Antigamente eu sabia o que falar com você, hoje tenho medo até de dizer um simples oi, parece que eu travo na mente, nos dedos e no coração. Me deparei com uma atualização sua, deu vontade de curtir e comentar, mas sei lá, está tudo tão estranho que quando vou dar o clique nas coisas, o touchpad dá sempre um desvio, tenho isso como um sinal, pode até ser, mas minha vontade é muito contrária disso.

Não queria que as coisas ficassem desse jeito, ainda penso bastante nas coisas que aconteceram entre nós, foi tão estranho o jeito em que você apareceu, e continua estranha a forma que você, não sei se posso dizer, está fugindo.

Quando eu tinha razão pensei que eram coisas que já estavam perdurando, e você chega todo apaixonado por uma pessoa que conhece a tão pouco tempo, penso bastante na sua felicidade e torço para que as coisas deem certo, afinal na vida, mesmo que a distância impeça e os destinos se tornem diferentes todos merecem ser felizes.

Espero que um dia nosso caminho se cruze novamente, mas pra compartilharmos uma amizade que só nós podemos construir, foi bom quando juntos estávamos sem ter compromissos e necessidade um do outro, aliás, eu tenho necessidade de te ver, mas me contento com uma coisa…

Sua voz me faz bem !

-Depois Que Tudo Aconteceu…

Resenha – A Culpa é das Estrelas (John Green)

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Iniciando a categoria de livros aqui no blog, o primeiro livro a ser indicado é : “A culpa é das estrelas” do autor John Green.

John Green em sua história deixa bem explicado logo no início do livro que esta é uma história inventada,totalmente fictícia.

O livro nos conta a história de Hazel Grace, vítima de câncer em estado terminal, que passa por uma cirurgia da medicina revolucionária que prolonga sua vida por mais um tempo, onde ela tem que andar com tubos de oxigênio para poder conseguir respirar. Após saber que a sua vida não seria mais a mesma com câncer Hazel desiste de fazer planos para sua vida, e continua lendo sempre o mesmo livro e tentando achar uma explicação para o final dele. Mas isso não fica assim, até ela conhecer Augustus Waters, um ex jogador de basquete   também vítima de câncer. Os dois se conhecem num Grupo de Apoio à Crianças com Câncer, e daí começam a construir uma história.

Hazel descreve Augustus (Gus) como um garoto bonito, alto, forte, mas não tinha uma perna por conta do câncer, mas nada impedia ele de viver, mesmo assim ele usava uma prótese para poder andar. 

Juntos Augustus e Hazel, correm atrás de seus desejos e experimentam muitas coisas da vida, viajaram juntos atrás de uma explicação para o fim do livro que Hazel adorava, e nessa viagem muitas coisas o esperam. Até então os dois eram apenas amigos, depois de viajarem e se conhecerem melhor, acontece o primeiro beijo, saem juntos para jantar, e fazem coisas divertidas,que como descrevem são os privilégios do câncer.

O livro em sim não tem uma leitura cansativa, e faz com que você queira ler mais e mais a cada dia, e se parar um minuto de ler já fica aciosa para continuar. Bom pelo menos foi assim a minha expectativa.  A história é bem emocionante, e linda pois os dois dão forças um ao outro para lutar contra a doença juntos até o fim. 

Acho que a única crítica que daria ao livro é sobre o fim. O final não me foi muito convincente eu esperava muito mais, e acabei meio que confusa sobre o que acontece no final. Bom eu não vou contar esperar para que vocês leem o livro e vejam que o final não é tão bom quanto a história, e com certeza vai querer uma continuação assim como eu… Mas como dizem,  todo bom autor, sempre deixa um pontinho de ? no fim da história para nossos questionamentos.

E uma boa novidade pra vocês o livro virou best-seller, e logo logo  a história de Hazel Grace e Augustus Waters saíra nas telonas, isso mesmo as cenas dos filmes estão prestes a serem gravadas. E enquanto o filme não sai, vale a pena dar uma lidinha no livro, aposto que vocês vão se emocionar, vão querer continuação e vão estar na primeira fila de ingressos do cinema, brincadeirinha hahah mas a história é mesmo emocionante. Quem gosta de romances como eu vai adorar !

Há e aposto que depois de lerem o livro vai começar a ver a palavrinha okay (o.k) de uma maneira diferente…

 

“E me ocorreu que a ambição voraz dos seres humanos nunca é saciada quando os sonhos são realizados, porque há sempre a sensação de que tudo poderia ter sido feito melhor e ser feito outra vez.” – A Culpa é das Estrelas.

 

-Depois Que Tudo Aconteceu…