Meu Amor, Quer a Real? É Independência ou Morte!

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Cada indivíduo é possuidor de sua vida, e só de suas próprias ações ela vem a depender. É arriscado demais fazer de outra pessoa mais importante do que alguém deveria ser: ninguém é mais importante em sua vida que você mesmo. Pode parecer egoísta, mas no final das contas é a realidade. Pensa bem.

Algumas pessoas procuram outra para se feliz, por exemplo, e quando acham depositam nela toda a sua existência. Entenda que sua vida não pode estar em completo estado de dependência da vida de outra pessoa; você deve ter autonomia para conseguir ser feliz. Não é tentar ser feliz sozinho, mas ser feliz, independente dos rumos que a vida de outras pessoas pode levar.

Pessoas se perdem no caminho, pessoas mudam de ideia e de endereço, vêm e vão, aparecem e somem sem depender de nossas vontades, e então você aposta todas as suas fichas em alguém que amanhã pode não estar mais com você… Pessoas morrem, sabia? Claro, a continuidade é desejada por muitos na grande maioria das vezes e é perfeitamente aceitável, dá pra entender, mas o plano embasado no desejo de continuidade não deve ser o único, é bom que ele exista, mas não deve ser finalidade única, do contrário, se algo não ocorrer como o esperado, a frustração vai durar muito tempo e pode vir a ser algo bem destruidor. Uma dependência longa demais torna a tentativa de uma possível independência tardia demasiadamente trabalhosa, e se formos realistas pra alguns é impossível. Esta é a morte. Não é apenas a morte física — e ela pode vir mesmo assim dependendo do caso —, mas a morte para alguns sentimentos, a morte para algumas expectativas, para os planos, a morte do futuro.

Sem contar o tanto de responsabilidade que se está jogando na outra pessoa, que soa como “não quero ser responsável pela minha própria vida e quero que alguém seja responsável por duas, a minha e a dele, e se algo der errado, não terei culpa”, e, a menos que você seja uma criança, isto, digamos, não tem chances de dar certo; diga-se de passagem, a lei de Murphy é clara: Se alguma coisa tem a mais remota chance de dar errado, certamente dará!

Faça planos pra amanhã, mas tenha em mente que dificilmente ele será como você julga. Ou seja, plano A, plano B, C, D… Trabalha-se com o agora, com o que se tem de palpável, sem esperar demais do porvir.

luan dqta

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