Talvez um amor…

Era domingo. Noite chuvosa. Coração apertado. E esperava apenas uma coisa.

Dormi. Acordei. Fiz minhas preces para o dia e saí. Encontrei coisas que nunca tinha encontrado, senti coisas que nunca tinha sentido. Mas tudo se perdeu. Ficou apenas as nuvens e eu, olhávamos umas para outra mais nada aconteceu.

Talvez naquele dia anterior, algo inesperado tivesse acontecido, mas nada aconteceu e seu coração continuou partido, sem esperanças de procurar um romance.

Dias se passam . Músicas tocam. Canções inspiraram. Livros ensinam. Romances entristecem. Lágrimas envelhecem. Tudo perdeu seu sentido, culpa do maldito coração partido !

Talvez eu fosse jovem demais para aprender sobre paixões. Mas porque isso é tão bom, mas tão ruim? Ah ! Bem que poderiam existir mais flores. Homens românticos e inteligentes. Casais com mais amores.

Poderia existir remédios que curassem dores de alma. Que curassem paixões, desilusões e rejeições. Mas certo ponto poderia existir pessoas que cubrissem toda dor que sentimos. Talvez um amigo não seja o suficiente, mas sim um amor secreto, daqueles com asas de querubim, que nos leva até o infinito. O infinito é longe, mas pode ser um lugar bonito, onde o amor é algo manuscrito, feito apenas por quem sente poderes mágicos, quando olham para o céu e sentem o vento, escutam o silêncio, e beijam no luar.

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